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Outubro Rosa: Teresina tem corrida, caminhada e 1,2 mil mamografias gratuitas

Arrecadações serão destinadss a entidade que atua no combate à doença e no acolhimento a pacientes.

Créditos: G1 Centenas de pessoas participaram da caminhada (Foto: Maria Romero/G1) Centenas de pessoas participaram da caminhada (Foto: Maria Romero/G1)

Um mar cor de rosa tomou conta da avenida Raul Lopes, Zona Leste de Teresina, na manhã deste domingo (8). Centenas de pessoas participaram do Outubro Rosa, que alerta para os cuidados no combate ao câncer de mama, o segundo tipo mais comum entre as mulheres no Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Sem o diagnóstico precoce, os médicos alertam para um alto risco de mortalidade.

Um mar cor de rosa tomou conta da avenida Raul Lopes, Zona Leste de Teresina, na manhã deste domingo (8). Centenas de pessoas participaram do Outubro Rosa, que alerta para os cuidados no combate ao câncer de mama, o segundo tipo mais comum entre as mulheres no Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Sem o diagnóstico precoce, os médicos alertam para um alto risco de mortalidade.

Os professores e amigos João Paulo Santos e Dulce Meire foram dois corredores que decidiram incentivar a causa. Os dois já são membros de clubes de corrida na cidade, mas para o Outubro Rosa, houve um incentivo a mais.

“A gente sempre participa das corridas, os grupos estão sempre informando os outros, mas dessa vez a gente soube que a inscrição seria toda destinada para entidades que ajudam na causa do câncer de mama”, contou João Paulo.

Uma das entidades organizadores do evento é a Fundação Maria Carvalho Santos, que atua diretamente na prevenção do câncer de mama e ainda no apoio e orientação e ajuda a pacientes com a doença. Além da caminhada, corrida e da distribuição de senhas para mamografias, a fundação organizou palestras de orientação para as mulheres.

A médica mastologista Michelina Barroso é uma das palestrantes. Ela diz que as mulheres acima dos 40 anos estão mais propensas a desenvolverem esse tipo de câncer e que aquelas mais jovens devem ficar atentas, especialmente, em caso de histórico familiar. Além da mamografia e do exame físico, ela alerta: é preciso fazer o autoexame.

“Há estudos que mostram que não vale a pena o autoexame, mas para a nossa realidade, principalmente nosso estado, onde há dificuldade grande de acesso ao profissional, exames e biópsia, a gente ainda indica o autoexame para que a mulher se conheça, consiga detectar um nódulo ainda pequeno. É como a gente diz: melhor do tamanho de um grão de feijão do que de uma laranja. Não é o estágio que a gente gostaria de detectar, mas se tem dificuldade de acesso ao profissional, pelo menos que se descubra assim”, orientou a especialista.

Fonte: G1
Editor: Evandro Júnior

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