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PP não abre mão da vice-governadoria e pode romper aliança com Wellington

Não será uma tarefa fácil para o governador acomodar tantos interesses na base governista.

Créditos: Reprodução Ciro Nogueira, Senador Ciro Nogueira, Senador

O rateio das vagas na chapa majoritária não será tão pacífico como imagina o governador Wellington Dias. O seu plano é distribuir as quatro posições entre os principais partidos da base, cabendo uma indicação a cada sigla.

Nesse caso, ele ficaria com a vaga do PT e o senador Ciro Nogueira, com a do Progressistas. De saída, o Partido dos Trabalhadores e o Partido Progressista perderiam uma vaga, cada um. O PT, a de senador, hoje ocupada por Regina Sousa; o PP, a de vice-governador, hoje ocupada por Margarete Coelho.

Nessa estratégia, a vice a segunda vaga de senador seriam entregues ao MDB, PSD e PTB. O PDT também reivindica uma dessas posições. Acontece que a senadora Regina Sousa avalia que tem todas as condições de ser indicada para disputar a reeleição. Do mesmo modo, pensa a vice-governadora Margarete Coelho.

Contas

O PP fez as contas e concluiu que não ganha nada mantendo a candidatura do senador Ciro Nogueira à reeleição, pois ele já é candidato natural à vaga. Como também a vice-governador. Já perder qualquer uma das posições significaria, sim, prejuízo político para a sigla.

Sentido que perdeu espaço nos últimos dias para o MDB, o PP já sinaliza, através de algumas lideranças e de aliados, que pode alterar radicalmente a sua posição e sair da aliança com o governo, puxando uma frente de oposição, como fez em 2014, se não ficar com as vagas que já tem na chapa majoritária.

Portanto, não será uma tarefa fácil acomodar tantos interesses na base governista.

Fonte: cidadeverde.com/Zozimo
Editor: Evandro Jr.

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