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Prédio de Instituto de Identificação no Piauí era usado como cativeiro de onça parda

Local responsável pela identificação civil e criminal funcionava ao lado de cativeiro de animais

Créditos: cidadeverde.com Onça encontrada em cativeiro teve as presas arrancadas. (Foto: Divulgação/ Polícia Civil) Onça encontrada em cativeiro teve as presas arrancadas. (Foto: Divulgação/ Polícia Civil)

O prédio do Instituto de Identificação no município de Capitão de Campos, a 135 km de Teresina, era um dos cativeiros usados para manter dezenas de animais silvestres em cativeiro apreendidos nesta quinta-feira (7) durante a operação Ártemis. O local é responsável pela identificação civil e criminal e funcionava ao lado de onde os bichos foram encontrados.

A Polícia Civil flagrou pássaros, jabutis, raposas, um filhote de gato maracajá e até mesmo uma onça parda mantidos no prédio e em um sítio. O proprietário dos imóveis, um policial civil aposentado, e um caseiro foram presos durante a operação.

Os dois presos foram autuados em flagrante nos crimes ambientais de cativeiro de animais silvestres e de abuso e maus tratos, com agravante por se tratarem de espécies em extinção. O dono dos cativeiros foi liberado após o pagamento de fiança e vai responder pelos crimes em liberdade. O caseiro também responderá pelos crimes em liberdade.

Uma equipe do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (IBAMA) acompanhou a operação para avaliar os animais e verificar se sofreram lesões incapacitantes, como ocorreu com a onça, que teve suas presas arrancadas. Alguns deles foram transferidos para o Zoobotânico de Teresina.

Fonte: cidadeverde.com
Editor: Evandro Jr.

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