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Taxa de iluminação pública dispara em Teresina

Os consumidores deixaram de pagar R$ 3,50 para cada 100 (kWh) e agora irão pagar R$ 5,00

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Nos últimos meses, os consumidores de energia se depararam com sucessivos aumentos nas contas de luz. Só na tarifa, houve em setembro passado um reajuste médio de 27,63% autorizado pelo governo federal.

Ao mesmo tempo, passaram a ser cobrados o adicional da bandeira amarela e o adicional da bandeira vermelha.  Com a bandeira tarifária amarela, desde julho o consumidor paga um custo adicional de R$ 2 a cada 100 kilowatts-hora de eletricidade consumidos.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, no final de outubro, um reajuste de quase 43% sobre o valor da bandeira tarifária vermelha patamar 2, a mais cara do sistema, cobrada sempre que as usinas térmicas, mais onerosas, precisam ser mantidas ativas para suprir a alta demanda de consumo de energia.

Com o reajuste, os consumidores deixaram de pagar R$ 3,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) e passaram a pagar R$ 5 de taxa extra, já a partir de novembro.

Em Teresina

Estes são custos extras da energia que valem para todo o país. Em Teresina, a conta de luz vem com outras despesas adicionais próprias da realidade local. Uma delas tem a ver com o aumento do consumo no período chamado popularmente de BR-O-Bró, de altas temperaturas.

Nesse período aumentou, também, em Teresina, assustadoramente, o valor da taxa de iluminação pública. Os reajustes da Contribuição de Iluminação Pública variam, mas já chegaram a até 1.800% de um mês para o outro!

A Prefeitura de Teresina, que faz a operação e manutenção da iluminação pública – tais como lâmpadas e postes e demais componentes da iluminação das ruas e locais públicos – como também a sua expansão, também faz a cobrança da taxa de iluminação e não deu qualquer explicação sobre os abusivos aumentos da Contribuição.

Mas isso não é tudo: em janeiro, a alíquota do ICMS da energia elétrica, cobrado pelo Governo do Estado, sobe de 25% para 27%, em decorrência do aumento aprovado em julho passado, pela Assembleia Legislativa, atingindo também os setores de serviços de telecomunicações – fibra ótica, provedor, etc – a alíquota sai de 25 para 28%; e combustível – gasolina e lubrificantes – de 27 para 29%.

Fonte: cidadeverde.com/zozimo
Editor: Evandro Júnior

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