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“Um partido só não pode ocupar duas vagas na chapa majoritária", diz Marcelo Castro

Deputado diz que existem muitos partidos para poucas vagas

Créditos: Reprodução Deputado Federal, Marcelo Castro (PMDB-PI) Deputado Federal, Marcelo Castro (PMDB-PI)

“Nas eleições de 2014, Wellington Dias contava com muitas vagas na chapa majoritária e poucos partidos; agora, em 2018, dá-se o contrário: relativamente, o governador tem muitos partidos para poucas vagas”.

O raciocínio é do presidente regional do MDB, deputado federal Marcelo Castro, e foi manifestado ontem, em entrevista à Rádio Cidade Verde.

Por esta razão, conforme o parlamentar, um mesmo partido não pode ocupar duas vagas na chapa majoritária. O recado vale para o PT, que quer ficar com as vagas de candidato a governador (para Wellington Dias) e uma de senador (Regina Sousa), e também para o Progressistas, que luta para emplacar as candidaturas do senador Ciro Nogueira e da vice-governadora Margarete Coelho à reeleição.

Nessas circunstâncias, o MDB não teria espaço para indicar o candidato a vice-governador, cujo nome escolhido é o do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Themístocles Filho.

Contrapartida

Então, para Marcelo Castro, “diferentemente de 2014, em que Wellington Dias contava com poucos partidos aliados, agora, para 2018, em que somos mais de dez partidos, acho mais lógico e razoável que nenhum partido ocupe mais de uma das quatro vagas majoritárias, evidentemente, para contemplar um número maior de partidos.”

Ainda para o presidente do MDB piauiense, os partidos que estiverem na chapa majoritária, o MDB inclusive, por estarem sendo beneficiados (votados) pelos demais, devem aceitar a decisão da maioria sobre as coligações proporcionais, e não o contrário.

Fonte: cidadeverde.com/Zozimo
Editor: Evandro Jr.

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